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Diana Dunningham Chapotin Secretaria Internacional de la Orden Teosófica de Servicio |
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| "Hay un
infinito dentro de cada uno de nosotros para dar, nosotros tenemos que
descubrir el medio para darlo" N. Sri Ram |
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Fernando Pérez Martín
Director para España e Ibero-América |
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| Con fraternidad tenemos simpatía constante hacia todos los demás. Tolerancia |
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Terezinha Franca Kind Presidenta da F T I e Diretora Nacional da OTS no Brasil
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| RELAÇÕES HUMANAS |
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“Vida é experiência, experiência nos relacionamentos”, diz Krishnamurti. O ser humano, por sua própria constituição, é um ser gregário e não consegue ser feliz no isolamento; ele busca relacionar-se com outras pessoas, e é geralmente classificado pelos naturalistas como ‘animal sociável’. Ele tem a tendência de viver não meramente aos pares, mas em famílias, e mesmo o mais desprotegido bebê necessita da relação prolongada com seus pais. Nos anos 60 muitos jovens chamados ‘hipies’ decidiram viver juntos em pequenos grupos, os quais eles chamavam de comunas. Da mesma forma fizeram os insatisfeitos jovens revolucionários durante a Revolução Francesa. Mas, devido ao fato de haverem eles se isolado do resto do mundo, apesar de suas boas intenções, tais experimentos em comunas não foram duradouros. Observamos que em varias religiões e tradições há também esta tendência de pequenos grupos se isolarem completamente. Alguém poderá indagar, de que modo isto contribui para o benefício das demais pessoas A vida é um constante fluir nos relacionamentos e parece que ainda não compreendemos o seu significado. Constantemente há conflito, e como resultado, infrutíferos esforços. A menos que comecemos a observar e procurar melhorar a qualidade de nossas relações, todo nosso esforço será em vão e estaremos enganando a nós próprios. É extremamente importante que compreendamos exatamente o que significa a palavra ou a idéia de relacionamento, porque nossa sociedade está inteiramente edificada sobre isto. Não é possível vivermos separados. O isolamento não é duradouro, principalmente quando se trata de fugir do confronto com as próprias fraquezas. Qual é o verdadeiro significado dos relacionamentos? O que queremos dizer com viver em comunhão? Algumas pessoas se sentem ameaçadas ao se relacionarem com outras, temendo perder a ‘liberdade’ ou se tornarem dependentes das outras. Se as relações são baseadas em algum tipo de resistência, cedo ou tarde esta resistência se transformará em conflito. Uma investigação profunda sobre as causas do empobrecimento de nossas relações, se torna necessária. Na medida em que vamos adquirindo consciência disto, damos um passo adiante no nosso processo de auto-conhecimento, porque o relacionamento é certamente o espelho no qual descobrimos a nós mesmos. Freqüentemente as relações entre amigos, marido e mulher, ou entre membros de uma sociedade, é o resultado do sentido de separatividade. Estamos sempre em busca de segurança, satisfação e poder. Na realidade criamos uma sociedade que fomenta o isolamento, mediante crescente competitividade. Não estamos interessados um no outro, apesar de dizermos que sim. Mantemos a relação com alguém desde que nos sintamos confortáveis e que a relação nos seja satisfatória ou nos traga algum benefício. Mas no momento em que surge alguma perturbação na relação começamos a nos sentirmos inseguros e freqüentemente tratamos de terminá-la, abandonando a grande oportunidade de amadurecermos e crescermos com ela. Em geral, só há interesse na relação quando nela encontramos uma forma de satisfação pessoal. Normalmente o processo de separação está conectado com o desejo de poder, em qualquer área ou nível, quer seja em uma nação, em uma raça, ou movimento. Assim sendo, o isolamento estará sempre presente. A demanda por posição ou título sempre causa separação entre as pessoas. A grande maioria aspira dominar e até subjugar outros, quer seja em suas casas ou em seu ambiente de trabalho. Devido à competitividade, nossa sociedade está construída na solidificação do poder, quer seja militar, industrial, econômico, e assim por diante. A sede por poder, sem dúvida estimula a separatividade. É muito importante que compreendamos isto, se queremos um mundo de paz, um mundo sem guerra, um mundo sem destruição em massa, um mundo sem fome e sem corrupção. Enquanto o ser humano lutar por poder, quer seja pequeno ou grande, como Presidente de um país, advogado, como dona de casa, esposo, se houver o desejo de dominar um o outro, consciente ou inconscientemente, não será possível a vida em comunhão. A pessoa que é gentil e fraterna, que tem compaixão, sem nenhum desejo de poder, não está conectada como uma nação em particular, mesmo amando e respeitando o país onde nasceu. Ela não estará conectada com nenhuma bandeira, porque se sentirá uma cidadã do mundo. Por mais nobres que sejam os objetivos de uma pessoa ou de uma sociedade, se não forem levados a cabo por pessoas de elevado e ilibado caráter, altruístas, sinceras e compassivas, será em vão seus esforços. Não podemos construir boas casas com tijolos deteriorados; não podemos construir uma grande nação com cidadãos de mau caráter. Da mesma forma que não existe casa separada de seus tijolos, também não haverá nação separada de seus cidadãos. Os cidadãos são a nação. Os membros de uma sociedade são a própria sociedade, e o caráter de seu povo ou de seus membros vai determinar o caráter da nação ou da sociedade da qual são membros. Do mesmo modo, a qualidade dos nossos relacionamentos vai depender do quanto estamos interessados em investir em tempo, atenção e determinação em nos melhorarmos para que os nossos relacionamentos também melhorem. Se sas relações humanas são empobrecidas, todo esforço para um mundo melhor será em vão. E a mudança não pode ser amanhã, tem que ser aqui e agora, começando por nós mesmos.
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Alfredo Puig Figueroa Ex-Presidente Nacional da Sociedade Teosófica no Brasil
(Extraído da revista TheoSohpia, de janeiro/março de 2003.) |
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| La Orden Teosófica de Servicio
Norberto O. Cicirelli
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Hoy, con muchísimo gusto voy a tratar de expresar en letras aquellas cosas que se sienten y que no son simples ideas sino que son hechos. Cada uno de nosotros tiene su propio campo de interés e indudablemente cada uno puede trabajar mejor en la línea de sus propias inclinaciones. No es posible para cada uno de nosotros ejecutar toda clase de trabajos. Cada uno tiene su especial interés, sus oportunidades y aptitudes, que determinan el campo de actividades en donde se desenvuelve. No tendríamos que esperar que todos actuáramos de forma similar, sino que deberíamos tratar de percibir, cada uno a su manera, como dar expresión práctica a todo lo aprendido desde la Teosofía. El mundo necesita ayuda en todos los niveles y en todas direcciones, de allí que cada uno de nosotros debe descubrir cual es su dharma, deber, en las circunstancias particulares en que se encuentre, y la mejor manera de realizarlo. Tenemos que aprender a usar muestras capacidades y todos los medios a nuestra disposición para prestar ayuda a otros, de manera que finalmente todo lo que hagamos resulte en servicio y a favor de la Humanidad y de toda vida, no de alguien o algo en particular o por preferencias. Lo espiritual se desarrolla a través del verdadero Servicio, que es aquel que surge de lo más profundo del Ser, no del hacer por el sólo hacer, no es un deber impuesto sino que surge de una necesidad donde no hay alguien que da y otro que recibe, no existe la división entre las partes, es una unidad de intercambio donde cada parte da y recibe al mismo tiempo. No interesaría si trabajamos individualmente o en grupo, del modo en que se haga está bien y es bueno, pero si debemos estar poseídos del espíritu de servicio y con la actitud adecuada, listos a servir, actuando de la mejor manera que nos sea posible, no debe existir ningún abismo, separación entre el ideal y la realización. Lo más importante es tener una mente abierta sin prejuicios ni condicionamientos, una mente abierta en donde todos podamos estar juntos a pesar de las diferencias que puedan surgir por el enfoque particular y la comprensión que tenemos acerca de los asuntos que se traten, algunos se juntarán para una particular actividad, y otros no, por eso existen diferentes Departamentos, pero el espíritu de estos Departamentos debe ser el mismo: diferentes expresiones de un solo espíritu. ¿Qué podemos hacer nosotros, como seres humanos, Teósofos, de una manera práctica, para ayudar al mundo? Respecto a esta pregunta me parece que no se puede definir una sola respuesta, pero sí el espíritu con que hagamos el trabajo que no es menos importante que la obra misma. Debemos dar siempre la nota de servicio, y no perder tiempo en diferencias intelectuales, ideológicas, etc.; corresponde ser prácticos en el sentido real. En la India antigua había el ideal de la renunciación, que era acción sin egoísmo, entonces ¿qué hacer? Ser un verdadero servidor, un bienhechor, dejar de buscar para mí mismo, tener una actitud in egoísta, entonces cuando se diluye la barrera de la separatividad, lo único que queda es servicio puro. Debemos tener en cuenta que el in egoísmo es lo más importante en nuestras vidas y que todo lo que gira mecánicamente se convierte en un fin para sí mismo, pero la Orden Teosófica de Servicio no fue fundada con este fin. El trabajo que se realice no debe ser hecho con el afán de glorificar nuestras personalidades, la propuesta de la O.T.S es lo opuesto, el marco con el que debemos encaminar nuestras acciones es a través de un completo olvido de sí mismo, solamente así se producirán los mejores frutos y se encontrará felicidad en la más pequeña y sencilla acción. Como ya lo he dicho antes, lo único importante es el espíritu y la intención con que trabajemos, y no la magnitud de la obra. La belleza, una suave fragancia, pueden manifestarse en el más pequeño trabajo. De esta manera, casi imperceptiblemente, cada uno prestará su propia y singular contribución para conseguir cambios en su vida cotidiana, en la sociedad donde participa, en el país del que forma parte, y en el mundo en el que habita. Visita la página Web de la OTS en Rosario
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JUNIO 2004 |
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Queridas/os hermanas/os, Tal y como os anunciaba en mi carta anterior con la que os enviaba el Boletín de la OTS Internacional, incluyo con ésta el informe preparado por Raúl Dorado, que es quien ha confeccionado la página Web de la OTS en España y se ocupa también de su puesta al día. Creo que los comentarios de Raúl y las cifras, son realmente alentadores, y ellos nos animan a continuar trabajando en el camino emprendido. Se trata de que la página Web sea un ente vivo y por tanto, que anime a ser visitada y sirva de información fidedigna a quienes la lean, y ello en pos de una mayor difusión de los ideales teosóficos por este medio actual y moderno. Os envía un muy fraternal saludo de corazón a corazón.
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